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Dra. Helga Monteiro
Fisioterapeuta
Crefito: 75.660-F
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Depois, é só torcer para que o nosso Blog seja classificado...
A votação será até o dia 11 de Agosto de 2009!!
Participe!
A terapia manual é uma área especializada da Fisioterapia, que tem como principais objetivos a redução da dor e a restauração da função normal.
Nos últimos anos, os currículos das escolas de fisioterapia expandiram de forma intensa a exposição dos acadêmicos frente às técnicas de mobilização articular e da Terapia Manual. Consequentemente, os fisioterapeutas registraram-se em um número maior de cursos de extensão com o foco na mobilização articular.
Na terapia manual, o fisioterapeuta utiliza suas mãos para aplicar pressão ou tração sobre uma determinada estrutura (fáscia, músculo, articulação etc.), com o intuito de mobilizá-la a fim de diminuir a dor causada pelo espasmo (ou tensão) muscular ou por uma disfunção articular.
As bases fisiológicas e biomecânicas são fundamentais para o entendimento da Terapia Manual e de seus efeitos sobre o conjunto da unidade neuromusculoesquelética em disfunção. Um estudo fisiológico e biomecânico detalhado, baseado em evidências cientificas, explica melhor sobre a dor, a inflamação e a restrição da mobilidade estabelecida.
Dentre os principais benefícios ofertados pelas diversas técnicas manuais, podemos citar que elas: reduzem ou eliminam as dores musculares/articulares; diminuem as tensões musculares; promovem a lubrificação intra-articular; aumentam a flexibilidade dos tecidos conectivos (músculos, cápsulas, ligamentos, tendões); previnem contra bloqueios intra-articulares, entre outros.
O diagnóstico biomecânico e funcional é primordial para a Terapia Manual, pois permite o melhor direcionamento na escolha dos recursos terapêuticos manuais a serem empregados durante o tratamento. Ele se baseia em uma boa anamnese, a qual deverá identificar: o tipo de dor e sua localização; se existe irradiação da dor para um ou outro nível motor; e, ainda, a correlação da dor com os diferentes elementos de um metâmero (miótomo, dermátomo, esclerótomo, angiótomo, enterótomo etc.).
As diversas técnicas da Terapia Manual
A Terapia Manual abrange uma larga escala de técnicas que são usadas para aliviar a dor e aumentar a mobilidade articular. Sua aplicação tem sido utilizada não somente para pacientes com desordens ortopédicas, mas também em determinadas circunstâncias que envolvem déficits do sistema nervoso central.
As técnicas manuais podem ser divididas em:
(Fonte: Arquivos da autora)Áreas Atuantes da Terapia Manual
• Ortopedia e Traumatologia
• Reumatologia
• Neurologia
• Pediatria
• Gineco-Obstetrícia
• Geriatria
• Outras
Indicação
• Pós- Operatório
• Problemas posturais
• LER/DORT
• Estabilização segmentar
• Dores musculares em geral
• Dores miofasciais
• Restrições articulares
• Tensão ou compressão do tecido neural
• Paralisia facial
• Fraqueza muscular
• Falta de equilíbrio e propriocepção corporal
• Cefaléia
• DTM (Distúrbio Têmporo-mandibular)
• Rinite/Sinusite
• Outros
Contra-Indicação
• Malignidades
• Fraturas Recentes
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Dra. Helga Monteiro
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Atenção!
Nós, Fisioterapeutas, necessitamos da ajuda de todos para conseguirmos fazer valer o nosso direito.
Por favor, divulguem esta notícia.
Atenciosamente,
Dra. Helga Monteiro
Fisioterapeuta
Crefito: 75.660-F
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A comemoração é em dobro!!
Nesta semana, após um ano de criação, chegamos aos 10.000 acessos!!
Gostaríamos de agradecer aos leitores assíduos, visitantes e amigos que contribuíram direta ou indiretamente para a divulgação do nosso Blog, em especial àqueles que deixaram sua participação registrada.

O livro Fibromialgia e Fisioterapia: Avaliação e Tratamento é fruto de um trabalho de quinze anos desenvolvido no Ambulatório de Fibromialgia do Serviço de Reumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Ele fornece meios que auxiliarão fisioterapeutas, acadêmicos e pacientes a entender melhor a fibromialgia, a partir de informações como descrição da avaliação completa dos sintomas da fibromialgia; instrumentos e protocolos mais utilizados para avaliá-la; imagens detalhadas do procedimento de dolorimetria e dos exercícios de alongamento; abordagem ampla do tratamento, com ênfase na fisioterapia; trabalho educativo e de auto-ajuda de pacientes; e dados de pesquisas clínicas desenvolvidas na área.
A obra também discute que a fibromialgia, mesmo sendo uma síndrome dolorosa crônica, é totalmente passível de controle.
A partir de uma mudança de atitude, pode-se promover a diminuição do sofrimento e a manutenção da qualidade de vida, dois grandes desafios dos profissionais de saúde na atualidade.
Editora: Manole
ISBN: 85-204-2468-6
Ano: 2007
Nº de páginas: 160
Encadernação: Brochura
Peso: 280.00 g
A Fibromialgia é uma síndrome dolorosa crônica de etiologia desconhecida. É uma doença classificada como Reumatológica, mas que não causa deformidades físicas.
Os principais sintomas desta síndrome são:
A síndrome se caracteriza também por uma redução da capacidade cardiorrespiratória, limitações funcionais, síndrome do intestino irritável, urgência urinária, além de distúrbios psicológicos, como a ansiedade e a depressão.
A maioria das pessoas acometidas é do sexo feminino, geralmente entre os 30 e 60 anos de idade.
Não existe uma causa específica, entretanto sabe-se que o estresse, baixas temperaturas e fatores emocionais são predisponentes para a doença. Alguns estudiosos afirmam que é uma doença relacionada com desordens no processamento sensorial (da dor), que afetam o sistema nervoso e provocam a amplificação dos sinais dolorosos.
(Fonte: http://www.eorthopod.com/public/files/Fibromyalgia.pdf)A Fibromialgia pode estar associada a outras doenças reumatológicas, como a Artrite Reumatóide, a Síndrome de Sjögren e o Lúpus Eritematoso Sistêmico.
O diagnóstico se baseia na identificação dos pontos dolorosos e sensíveis (no mínimo 11), associado à queixa de dores difusas (por todo o corpo), principalmente na região da coluna, nas articulações e nos músculos, há pelo menos três meses, já que não existem exames laboratoriais específicos.
Ao todo, são 18 pontos localizados e bilaterais, esparsos nas regiões occipital, cervical baixa, dorsal, trapézio, supra-espinhoso, articulações condroesternais, epicôndilos laterais, glúteos, trocânter maior do fêmur e face medial dos joelhos.
(Fonte: http://www.aquilanoticia.com/images/1074_entre3.jpg)
O tratamento multidisciplinar é essencial para o controle da Fibromialgia.
O tratamento farmacológico e não-farmacológico deverá ser direcionado à sintomatologia apresentada. Diversos recursos terapêuticos devem ser aplicados:
A Fibromialgia não tem cura, mas pode e deve ser controlada!
É importante que o indivíduo faça algumas mudanças no seu estilo de vida!
Algumas recomendações:
Lembre-se: o tratamento do portador de Fibromialgia deve ser diferenciado, baseado nas suas capacidades funcionais e cardiovasculares.
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Dra. Helga Monteiro
Fisioterapeuta – Crefito: 75660-F

Basicamente, uma sensação de dor se inicia após uma ocorrência (física ou química), que ativa os nociceptores e as terminações livres dispostos nos tecidos do nosso corpo. Este estímulo percorre algumas via sensitivas periféricas, que vão em direção ao SNC (Sistema Nervoso Central). No cérebro, a informação é identificada e se transforma em sensação dolorosa.
A origem da dor também pode ser de origem central, geralmente devido a patologias neurológicas que acometem o SNC.
Porém, o nosso sistema nervoso é autêntico e consegue se defender destes estímulos indesejados que chegam até ele. O cérebro envia substâncias químicas e impulsos nervosos de volta à medula espinhal para que ocorram reações de defesa contra a excitação dolorosa prévia.
Essas substâncias químicas são chamadas neurotransmissores. Eles estão presentes nas células do trato nervoso e são responsáveis pela transmissão dos estímulos excitatórios ou inibitórios através das membranas das células.
Os nociceptores relacionados com as fibras C respondem à estimulação mecânica, térmica e/ou química intensas, e os relacionados às fibras A-delta respondem à estimulação mecânica e/ou térmica intensas. Os principais neurotransmissores nociceptivos das fibras aferentes A delta e C são o glutamato e a substância P.
Tratamento da Dor
É necessário o diagnótisco diferencial da dor, que indique qual é a sua verdadeira causa e que identifique os fatores que aliviam ou agravam o quadro doloroso.
Usualmente, a dor é tratada com medicamentos (analgésicos, psicotrópicos, anestésicos locais,antinflamatórios ou antiespasmódicos), bloqueios nervosos, radioterapia, fisioterapia, acupuntura e psicoterapia.
É importante que os profissionais da área da saúde e os centros especializados de assistência básica focalizem sua atenção nos pacientes de dor crônica e busquem o desenvolvimento de novas medidas de tratamento para a dor, baseadas nos avanços das pesquisas de ciências básicas.
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Dra. Helga Monteiro
Fisioterapeuta
Crefito: 75660-F
( Fonte:http://vaidireto.files.wordpress.com/2007/12/santa-claus.jpg)
(Fonte: NETTER, Frank H. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. )
Entre as superfícies ósseas estão os meniscos e os discos fibro-cartilaginosos, que facilitam a livre movimentação das extremidades ósseas. Eles são auxiliados pelos ligamentos que estabilizam o joelho e ajudam a amortecer os impactos sobre as cartilagens.
As alterações mais comuns do joelho são: valgo ou varo. Quando não tratadas, essas alterações levam a uma distribuição assimétrica de carga sobre os côndilos femorais e os platôs tibiais, podendo favorecer ao desenvolvimento precoce da osteoartrose. As meninas têm maior tendência aos joelhos valgos e os meninos aos joelhos varos, devido à sua própria estrutura óssea.
Os desvios dos membros inferiores podem ter várias causas. Podem ser provocados por disfunções internas, como defeito na calcificação (raquitismo, osteomalácia), displasias epifisárias, tumores benignos (como encondromas ou cistos ósseos), infecções ósseas ou seqüelas de fraturas. Ou ainda por alterações externas, como retrações musculares, excessiva debilidade dos músculos e ligamentos, traumatismos etc.
As deformidades do joelho podem determinar disfunções importantes no membro inferior que apresentam conseqüências nas atividades da vida diária (AVDs), como dificuldade de caminhar, sentar e levantar, subir e descer escadas.
JOELHO VALGO (GENO VALGO) - pernas para dentro, em tesoura ou em X

Malformação que consiste na aproximação dos joelhos e no afastamento dos pés, caracterizando uma angulação medial do joelho e desvio do eixo longitudinal da tíbia e do fêmur para fora. O indivíduo apresenta adução e rotação medial do fêmur, associadas ao excesso de rotação da tíbia. Caso o problema seja bilateral, os membros inferiores apresentam uma forma típica em X.
O valgo, frequentemente, é atribuído à frouxidão do ligamento colateral medial, provocando uma instabilidade. Em geral, promove encurtamentos das estruturas musculoligamentares. Os principais responsáveis são os músculos internos da coxa, que se encontram retraídos, auxiliados por um músculo chamado tensor da fáscia lata, que é aproveitador da situação e fixa a deformidade. Pode ser também provocado por um problema ósseo, que provoca distribuição desigual de pressões sobre o joelho.
Vale ressaltar que, o aumento do peso corporal contribui para os desequilíbrios musculares na articulação do joelho.
JOELHO VARO (GENO VARO) – pernas arqueadas
É a deformidade que consiste no arqueamento das pernas, promovendo a projeção dos joelhos para fora da linha média do corpo, o que caracteriza um afastamento dos joelhos. O indivíduo apresenta abdução do fêmur e o excesso de rotação da tíbia.
É mais raro que o joelho valgo. Entre as causas mais comuns estão o raquitismo e as malformações congênitas.
Os músculos responsáveis pelo arqueamento, que estão retraídos, são o sóleo e o bíceps femoral, auxiliados pelo tensor da fáscia lata, fixador da deformidade. Pode estar presente a frouxidão do ligamento colateral lateral. Frequentemente, vem acompanhado de hiperextensão dos joelhos.
TRATAMENTO
O geno valgo/varo fisiológico, na maioria das vezes, se corrige espontaneamente, geralmente quando a criança adquire a posição ortostática (varo) e entre dois e seis anos (valgo).
Há casos em que são indicados os aparelhos corretores ortopédicos. Nos casos mais graves, ou quando a deformidade persiste, a indicação é o tratamento cirúrgico.
Na Fisioterapia, o tratamento consiste na realização de exercícios de alongamento e fortalecimento dos grupos musculares envolvidos. A técnica de Reeducação Postural Global® (RPG) é excelente para a correção do joelho.
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Você mantém a postura correta quando está sentado?
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Dra. Helga Monteiro
Fisioterapeuta – Crefito: 75660-F
No dia 13 de outubro de 1969, foi regulamentado o Decreto Lei 938 que define como atividade específica do fisioterapeuta o desenvolvimento e a conservação da capacidade física de um paciente, além de ser reconhecido como profissional de nível superior. Desde então, o dia do fisioterapeuta passou a ser comemorado nesta data. Hoje, completamos 39 anos de regulamentação da Fisioterapia, que registrou grandes avanços, mas que ainda tem enormes desafios a vencer.
Parabenizamos a todos os Fisioterapeutas, desejando que se aperfeiçoem cada vez mais nesta linda profissão e que conquistem, através dela, a realização e o reconhecimento tão esperado por todos nós.
Que Deus nos ilumine e abençoe as nossas mãos, para que possamos sempre consolar, ajudar, tocar, reabilitar e curar quem nos procura. Que possamos levar sempre mais amor, sabedoria, carinho e consolo aos nossos! Que sejamos sempre responsáveis, éticos e incansáveis por conhecimentos...
"Todo cidadão que perde a sua independência em decorrência de um distúrbio na sua cinesia funcional, conhece a essencialidade do trabalho desenvolvido pelo fisioterapeuta”.
Pé plano /Pé pronado
O pé plano é uma condição muito comum. Conhecido como “pé chato”. Caracteriza-se por uma postura pronada (uma inclinação dos ossos do tornozelo para dentro) da parte posterior do pé. Além disso, ocorre uma diminuição do arco longitudinal plantar, que vai desde os dedos até o calcanhar, condição na qual a maior parte da planta do pé fica em contato com o solo.
Essa condição se instala devido ao afrouxamento ligamentar, ou da fáscia plantar, que altera a curvatura fisiológica, resultando em prejuízo na funcionalidade estrutural dos pés. Tal sobrecarga, além de produzir calosidades, impõe alterações na marcha, com conseqüente perda de equilíbrio e lesões nas áreas de impacto.
Há pessoas com o pé raso que tendem a colocar o peso corporal todo para o lado medial do pé, como resultado da redução ou ausência do arco longitudinal do pé. Nesses casos, pode haver o aparecimento de dor e outros desconfortos, nos pés e em outras regiões do corpo, como joelho, quadril e coluna, podendo atingir até a região do pescoço e da cabeça. Em contrapartida, muitas das variações dos pés planos geralmente não causam dor nem outros problemas, de modo que a pessoa com essa alteração anatômica nem sabe que a possui. Na maioria dessas situações não há necessidade de tratamento.